Grupo Marista possui programas voltados para a diversidade geracional

Programas 50+ e Jovem Aprendiz mostram que é possível colher bons resultados por meio da inclusão multigeracional

No ano passado, a expectativa de vida do brasileiro subiu de 76,8 para 77 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, cada vez mais pessoas continuam trabalhando após os 50 ou 60 anos. No Grupo Marista, essa parcela geracional tem espaço, visto que a construção de uma equipe diversa traz benefícios para todos.

“Considero a troca de experiências entre profissionais da minha idade com colegas mais jovens extremamente saudável não só para a empresa, mas também para nós, profissionais”, afirma Geraldo Brandão, 55 anos, analista sênior da área de auditoria interna de riscos e compliance do Grupo Marista.

Esse ambiente multigeracional traz novas visões e soluções para os desafios do dia a dia. Segundo Lucia Lima Pinto, gerente de desenvolvimento organizacional do Grupo Marista, essa troca de experiências, histórias e percepções agrega valor ao trabalho de todos os profissionais. “Sem mencionar a vantagem competitiva destacada por vários estudos que apontam para o diferencial criativo e de resultado de uma empresa composta de maneira diversa”, aponta.

Compreender o outro

Os conflitos geracionais decorrentes da diversificação do quadro de colaboradores é algo que pode ser solucionado por um gestor que promova a integração dos times. Para isso, é indispensável reconhecer as individualidades de cada profissional, bem como as semelhanças entre os colegas, a fim de destacar os melhores potenciais de cada um.

“Nossas políticas internas buscam garantir o cumprimento de processos, direitos e benefícios, mas, no dia a dia, a sensibilidade para atender às expectativas individuais precisa ser uma competência da liderança”, analisa Lucia. 

Para a ouvidora Ingrid Isoppo da Silva, o diálogo é fundamental para estabelecer a confiança. “Para que as relações sejam saudáveis e as trocas produtivas, é fundamental ter cuidado para evitar rótulos e estereótipos, porque isso pode criar resistências e ruídos desnecessários. É preciso ter a mente aberta e estar sempre disposto a ouvir e considerar o que vem do outro lado”, explica. 

Dessa maneira, o Grupo Marista tem atuado na preparação dos líderes para que a inclusão seja uma realidade em todos os setores. Assim, os projetos Jovem Aprendiz e 50+ têm uma atenção especial justamente nas questões de diferenças geracionais, mostrando o que cada grupo pode aprender com o outro.

Para isso, deve haver uma busca constante para conhecer a fundo cada um dos colaboradores do grupo. “É necessário conhecer aqueles que trabalham conosco para além do crachá. Penso que a palavra de ordem é ter sensibilidade ao outro”, finaliza Lucia.

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