Transformar realidades sempre fez parte da missão Marista. Ao longo de mais de dois séculos, esse compromisso ganhou diferentes formas: uma sala de aula capaz de mudar o futuro de um estudante, um hospital que acolhe com dignidade, um projeto social que fortalece comunidades, uma iniciativa voltada à proteção de crianças e adolescentes.
Nos últimos anos, essa atuação passou a contar com um importante aliado: o ESG. Com foco em três pilares (ambiental, social e governança), essa sigla refere-se a um conjunto de práticas focadas no desenvolvimento sustentável. O objetivo é garantir que as empresas considerem não apenas o lucro, mas também os impactos que causam.
No caso do Grupo Marista, o ESG tornou-se base da forma como a instituição é gerida. Cada pilar tem sua função e, unidos, nos permitem gerar mais impacto positivo, especialmente no âmbito social.
Vamos conhecer alguns dos resultados sociais do Grupo Marista?
Educação, a base da missão
A origem da missão Marista está na Educação. Neste contexto, o ESG surge para estruturar e fortalecer iniciativas voltadas à inclusão, à permanência estudantil e à democratização do acesso ao conhecimento.
É o caso de estudantes de primeira geração, os primeiros da família a conseguir chegar ao ensino superior. Em 2025, eles representaram mais de um terço dos graduandos da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
Para eles, chegar à universidade significa muito mais do que uma conquista individual, transformando-se em uma experiência coletiva. Afinal, o diploma de graduação é um passo importante para a mobilidade social.
Além disso, o acesso à universidade é ampliado por meio das bolsas estudantis. Atualmente, mais de 5,8 mil bolsas integrais e parciais, ampliam oportunidades na PUCPR. Nos últimos 3 anos, o número de bolsistas na instituição cresceu 18,1%.
Esse cuidado também envolve a permanência na universidade. O Programa Gente Boa é uma iniciativa que promove acompanhamento acadêmico e apoio financeiro para cobrir custos com transporte, alimentação e material. Direcionado a bolsistas do ProUni no Câmpus Curitiba, o programa envolve a comunidade, já que é custeado por meio da doação de pessoas físicas e jurídicas.
O compromisso social também se expressa com a participação dos estudantes, por meio dos projetos de extensão universitária. Em 2025, foram realizados 269 projetos, 78% deles na área social. Mais de 26 mil pessoas da comunidade foram impactadas diretamente.
Educação e impacto social por todo o país
Na FTD Educação, o social se realiza em diferentes frentes. A própria atuação da editora cumpre papel relevante. Em 2025, mais de 11 milhões de estudantes em todo o Brasil foram impactados pela atuação da editora nas redes pública e privada.
Para além disso, a instituição fortaleceu seu investimento social por meio de leis de incentivo fiscal. No último ano, foram destinados R$ 953,1 mil a projetos sociais, culturais, esportivos e de saúde. A seleção passou a ser 100% digital, garantindo um processo mais transparente e democrático para iniciativas de diversas regiões.
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Saúde que alcança quem mais precisa
No Complexo de Saúde do Grupo Marista, formado pelos hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat, a sustentabilidade também passa pelo cuidado com a vida. Nesse caso, a estratégia ESG fortalece um compromisso que envolve pacientes, familiares, colaboradores e comunidade.
Em 2025, os dois hospitais realizaram mais de 325 mil consultas. Desse total, 79% dos atendimentos foram destinados ao Sistema Único de Saúde, o SUS. Isso reafirma o compromisso histórico do Grupo Marista com uma assistência acessível e de qualidade.
O cuidado também esteve presente nas ações de humanização e acolhimento. No ano passado, 400 voluntários participaram das atividades desenvolvidas nas unidades hospitalares, oferecendo apoio emocional e social a pacientes e familiares.
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Proteção das infâncias também é um compromisso
A defesa dos direitos de crianças e adolescentes ocupa um lugar central em nossa instituição. Desde 2010, o Centro Marista de Defesa da Infância (CMDI) atua nacionalmente na produção de conhecimento, no fortalecimento de políticas públicas e na articulação de redes voltadas à proteção integral das infâncias.
Apenas no ano passado, o CMDI participou de 160 reuniões em espaços de representação e articulação, somando 622 horas de atuação. Além disso, seus conteúdos sobre proteção da infância nas redes sociais alcançaram cerca de 37 milhões de visualizações. Apenas a Campanha Defenda-se, voltada à autodefesa de crianças até 12 anos, registrou mais de 135 mil visualizações no YouTube.
Esses números mostram a força da mobilização. Mas, para além da visibilidade, o trabalho do CMDI ajuda a transformar informação em ação, fortalecendo organizações, conselhos, profissionais e redes que atuam todos os dias pela proteção das infâncias.
Projetos como o CADÊ Paraná, o OCA Municipal e o Ecos de Proteção ampliaram o acesso a dados e informações que apoiam redes de proteção em diferentes regiões do país.
Cuidar de quem faz a missão acontecer
O impacto social também começa dentro da instituição. Afinal, nenhuma missão se realiza sem as pessoas que a sustentam todos os dias. Em 2025, a agenda de Diversidade, Equidade e Inclusão avançou de forma estruturada, reforçando o compromisso com ambientes mais representativos, respeitosos e alinhados aos direitos humanos.
Foram realizadas 100 horas de letramentos em Diversidade & Inclusão, com 1.434 participações. Ao todo, 42,9% dos colaboradores participaram das ações da agenda. Esses movimentos mostram que transformar a sociedade também passa por transformar as relações dentro da própria organização.
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